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Bem-estar para as nossas crianças

Aliados da infância, os florais auxiliam os pequenos a atravessarem os desafios emocionais em cada fase do seu desenvolvimento.

 

Por Raphaela de Campos Mello

 

Quem cria uma criança com amor anseia, acima de tudo, contribuir para o seu pleno desabrochar. Não há gratificação maior do que vê-la crescer com saúde, bem-estar, afeto e valores, sendo capaz de desenvolver seus potenciais a fim de se tornar a semente de um amanhã melhor para todos.

Essa travessia tem muitas fases e cada qual traz desafios. Quantas mudanças os pequenos vivem da vida intrauterina até a entrada na adolescência? Inúmeras. E, em muitas delas, o físico e o emocional solicitam uma atenção especial. Nessas horas de transição, insegurança ou conflito, muitos pais e cuidadores incluem os florais na rotina da criança. Não, não há perigo algum. As essências são naturais, sem contraindicações e recomendadas, inclusive, para bebês.

A partir do nascimento já é possível utilizar os florais, afinal o parto representa uma mudança significativa tanto para a mulher quanto para o bebê. “Tudo é novo e diferente da situação anterior no útero da mãe – variações de luminosidade e temperatura, a alimentação, o modo de ser segurado, o banho, os sons – e este serzinho pode se sentir inseguro. À medida que os dias passam, ele vai compreendendo melhor e se adapta, mas, às vezes, a adaptação pode ser lenta, gerar uma tensão no entorno e demorar ainda mais”, observa a psicóloga e terapeuta floral Andrea Campos Helmeister.

As mães de recém-nascidos são aconselhadas a pingar algumas gotinhas nos seios, de maneira que, ao sugar o leite, o bebê também possa absorver o composto. “Isso ainda ajuda a pele das mamas a se recuperar do sugar excessivo, tão comum ao processo adaptativo dos primeiros dias de amamentação”, aponta Andrea. Outras opções são pingar as gotinhas na mamadeira, na chupeta, diretamente na boca da criança ou com a ajuda de um algodão umedecido nos lábios. Fica a critério de cada cuidador.

Como as fórmulas levam álcool em sua composição para assegurar a conservação, algumas pessoas ficam receosas. Mas, quando o floral é destinado aos pequenos, o álcool pode ser substituído por glicerina vegetal. A eficácia é a mesma. Assim como a frequência sugerida: quatro gotas quatro vezes ao dia.

Não há diferenças na ministração dos florais para adultos ou crianças, ou seja, as essências escolhidas são baseadas no modo como a pessoa está se sentindo, como ela se comporta, como sua mente está processando a realidade, como está seu estado de espírito… Mas como saber qual é a necessidade da criança naquele momento, principalmente quando ela ainda não aprendeu a falar ou é incapaz de se comunicar claramente?

Em primeiro lugar, é importante observar com atenção a dinâmica de cada criança. Se é agitada ou mais calma, se acorda muito durante a noite, se dorme por horas seguidas, se adoece com facilidade, se tem irmãos ou não, se é mais independente ou mais carente, sociável ou não etc. “Além disso, é importante conversar com quem está sempre com a criança, pois ela nos dá algumas diretrizes que precisam ser pesquisadas”, esclarece a psicóloga.

O Dr. Bach ressaltava que uma mesma situação ou um mesmo sintoma poderia desencadear reações distintas em cada criança. A gripe, por exemplo, pode gerar irritação pela impossibilidade de brincar, além do incômodo trazido pela doença. No entanto, outras crianças podem ficar bastante sonolentas, mais quietas, sem energia. “Nestes casos, além das recomendações médicas necessárias, podemos utilizar o floral como um ótimo coadjuvante para dar conta desses estados de espírito”, observa Andrea.

Um episódio, em especial, ficou gravado nos arquivos do médico inglês, como nos conta o autor Philip M. Chancellor no livro Manual Ilustrado dos Remédios Florais do Dr Bach (Editora Pensamento, 1998). “Menino, 9 meses de vida. Durante um bombardeio aéreo na II Guerra Mundial, a criança fora colocada dentro de um guarda-roupa escuro pela mãe. O barulho e o escuro assustaram-no em excesso, tanto que nunca mais, depois disso, pôde ser deixado sozinho em qualquer ambiente, especialmente recintos pequenos como um banheiro. Aos seis anos de idade, foi trazido até nós para tratar-se. Foi-lhe prescrito Rock Rose para o pânico e Mimulus para o medo do barulho e dos recintos fechados. Tomou a medicação regularmente por 3 meses. Passado este período, ele não apenas havia perdido este medo como já era conhecido como o valente dos colegas de escola.”

 

Desafios contemporâneos

Claro que a tendência dos pais e responsáveis zelosos é proteger seus filhos das ameaças do mundo. No entanto, esses adultos não podem se esquecer que o excesso de proteção pode inibir ou até mesmo prejudicar o desenvolvimento infantil. “É importante os pais deixarem a criança viver as situações novas que a vida vai apresentando, situações de desafio, de conflito, deixá-la se virar, experimentar, explorar, claro, assegurando que não corra riscos desnecessários. Do contrário, ela se fragiliza”, orienta a psicóloga, que enfatiza: “Toda criança quer que sua família confie na suas capacidades e lhe ofereça suporte”.

Segundo ela, outro grande desafio para os pais contemporâneos é superar o receio de frustrar seus rebentos. “Na hora das refeições, por exemplo, você não pode oferecer só o que a criança quer comer ou um cardápio com inúmeras opções”, exemplifica. Se os pais estão sempre se moldando ao desejo da criança, como ela vai aprender que a casa onde mora tem uma rotina e que os adultos providenciam o alimento que eles consideram adequado? Como ela vai poder se colocar no lugar que lhe cabe?

Crianças são seres maleáveis, ressalta Andrea. Mesmo assim, com frequência, os pais sentem dificuldade em estabelecer limites. Isso acontece, segundo a psicóloga, principalmente quando as regras não são claras para a família. Agora, quando há clareza, é muito mais fácil dizer “não pode”, “isso não vai acontecer”. E, mediante a firmeza do “não”, a aceitação do limite é mais provável, ainda que desagrade quem recebe a recusa.

Saber esperar, saber ouvir, saber colaborar, saber aceitar o que está disponível no momento também são gotinhas diárias de saúde emocional indispensáveis quando o que se quer é criar filhos sadios para o mundo.

 

Confira, a seguir, os Florais de Bach indicados para alguns desafios da infância:

Walnut: floral que colabora bastante nos processos de transição, seja o desmame, seja a adaptação escolar.

Impatiens e Beech: esta dupla auxilia a criança adoecida, irritada, em estado de espera.

Impatiens e Gentian: já esta combinação é indicada para a criança adoecida e amuada, desanimada, por exemplo, porque fraturou um membro e não pode fazer suas atividades.

Rock Rose, Mimulus e Star of Bethlehem: para situações de luto mais dramáticas. Por exemplo, a perda de um parente muito próximo de forma traumática, gerando sensação de abandono e pânico.

Willow: quando a criança se sente culpada e ressentida, por exemplo, frente à separação dos pais.

Chicory: colabora nos casos em que a criança demanda muita atenção ou se sente desprotegida quando se encontra só.

Five Flower:  para crianças mais exageradas, escandalosas, sem motivo aparente. Traz equilíbrio e, consequentemente, clareza daquilo que a perturba, iluminando a ação mais eficaz para ajudá-la.

Clematis: indicado para crianças muito aéreas, com dificuldade de aterrar.

 

 

Contato:
Andrea Campos Helmeister
Cel. (11) 99535-0400
E-mail: achelmeister@gmail.com

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