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Gorse, a luz que estava faltando

Julian Barnard explica a força dessa essência para tratar dos estados de forte desesperança.

É natural que em algum momento da vida o otimismo seja perdido. Porém, dependendo da dificuldade pela qual se está passando, tudo pode ficar muito obscuro e a faísca de luz que é importante estar sempre acesa dentro de cada um, pode se apagar. Foi justamente para reacender essa chama que Dr. Bach criou a essência floral Gorse. Para falar sobre ela, Luciana Chammas, diretora-executiva do Grupo Healing, convidou Julian Barnard – especialista na obra do médico inglês e produtor e exportados dos florais de Bach Healingherbs – para uma palestra on-line no começo deste mês.

 

Por Keila Bis

Barnard contou aos participantes como Gorse foi descoberta por Dr. Bach. “Em janeiro de 1933, escreveu uma carta a um amigo dizendo que se sentia muito ansioso sobre o futuro, e que num momento de meditação no campo, após abrir os olhos, percebeu ao seu lado um arbusto de Gorse em plena floração.” Ficou encantado com a explosão do vivo amarelo das flores e, inspirado por esse momento, criou a essência que passou a compor Os Sete Auxiliares, o grupo de essências que trabalham as condições crônicas.

Para ficar clara a distinção entre Gorse e Gentian, Barnard explicou que Gentian é um dos florais tipológicos, faz parte de Os Doze Curadores. “Algo que é da personalidade da pessoa. Por exemplo, pessoas que sempre esperam que algo não dê certo, que se vai fracassar. Uma pessoa Gentian tem uma visão de não acreditar na vida, ela sabe que a vida é difícil e o que é provável é que as coisas não deem certo, mas elas vão fazendo, como se a vida fosse assim. E com Gorse é diferente. Não tem a ver com uma visão filosófica da vida, mas com algo como: ‘estava tudo indo bem, mas algo aconteceu e olha como eu estou agora’”.

Barnard lembrou que para tratar da desesperança e de eventos traumáticos, Bach criou outros florais como Sweet Chestnut e Star of Bethlehem, mas com diferenças entre si e quando comparados a Gorse. “Sweet Chestnut foi o último floral que Dr. Bach descobriu, em 1935. A luz se foi da vida e não há nada mais que desespero pela frente e o que a pessoa que está nesse estado precisa é reacender dentro dela a alegria de viver. O Sweet Chestnut traz uma resposta emocional a um evento traumático. Poderia ser Star of Bethlehem, que também inclui luz, geometria e o reorganizar a geometria do corpo, mas trabalha com o passado. Já com a Gorse, o que a gente está olhando não é um evento súbito, como é o caso da Sweet Chestnut. Mas, sim, uma condição de longo prazo, uma condição crônica.”

Segundo o especialista, com Gorse chega-se a um estado de aceitação da vida. “De acordo com Dr. Bach, quando a gente chegou no estado Gorse, há uma desesperança muito grande e a pessoa desiste de que algo possa ser feito por ela. E o que Gorse faz é estimular essa vontade no sentido da mudança de novo”, explicou. “O elemento esperança é a gente acreditar que podemos trazer uma renovação de dentro para fora.”

Inúmeras fotos foram mostradas aos participantes para que entendessem a força de Gorse, não só pela cor amarela, mas por outras características também. “Ela cobre a paisagem. É uma população de plantas ocupando grandes áreas e Gorse tem uma grande tenacidade de sobreviver. Se você tentar cortá-la, ela continua rebrotando. Essa tenacidade, essa força pela vida, é uma das características mais fortes dessa flor. As folhas são bem pontiagudas, como espadas e, para mim, isso se refere ao estímulo que estamos precisando para acordar e tentar novamente. Porque a esperança se refere a acreditarmos na vida e se eu desacredito na vida, eu acredito que eu não tenho mais futuro e perco o meu sentido de amor e compaixão. Fico esperando a morte chegar.”

Quando se vive por viver, sem nenhuma esperança, há o que Julian chamou de ‘escurecimento da luz’. E a luz precisa ocupar espaço novamente. “Quando estamos fazendo a tintura-mãe, uso as flores dentro da vasilha de vidro com água de nascente fresca. Essa água é proveniente das rochas e chega à superfície pela primeira vez, vindo da escuridão para a terra”, explica Barnard. “E quando despejamos essa água de nascente nas vasilhas e colocamos as flores e deixamos ao sol por três horas, o que a luz do sol faz é inscrever a informação da planta e daquele lugar na água. O que fica impresso na água é a informação do que ela realmente é. Todos os florais têm em comum esse processo de exposição com a luz, mas, particularmente, Gorse diz respeito a uma condição crônica que encobriu tudo e o que há nessa planta é uma tenacidade e uma determinação de ser bem-sucedida, apesar das dificuldades. Ela traz o estímulo para mudar.”

Barnard lembrou que não há como saber a causa da ansiedade de Dr. Bach a que ele se referia na carta ao amigo. “Anos antes ele tinha sido diagnosticado com câncer, talvez estivesse sentindo que o câncer poderia voltar. Depois dessa carta ele viveu mais três anos. Dr. Bach teve uma experiência pessoal com Gorse.”

 

Assista a palestra completa:

 

 


Julian Barnard é fundador e diretor da Healingherbs, empresa inglesa que produz os florais de Bach. É também pesquisador, palestrante e autor de vários livros sobre o assunto, entre eles Remédios Florais de Bach – Forma e Função e Os Florais de Bach e os Padrões Inscritos na Água (ambos da Editora Blossom).

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